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Archive for Setembro, 2010

Parceria Microsoft e WordPress

28 de Setembro de 2010 Deixe um comentário

A WordPress, no seu blog oficial, anuncia a parceria entre eles próprios e Microsoft, onde o Live Spaces passa a ter como omissão a plataforma WordPress.

Sempre fui apologista de “cada macaco no seu galho”, desta vez a Microsoft acerta (na minha opinião) ao apostar na maior plataforma de blogs do mundo, os pioneiros no estilo e onde as vantagens são mais que óbvias, como o direccionamento de recursos a tecnologias que sejam emergentes.

Em 6 meses (a contar a partir de hoje) todos os blogs assentes no Live Spaces permitirão a migração (opcional) para o WordPress.com. A própria WordPress criou a ferramenta de importação de blogs, não sendo obrigatório e portanto poderão sempre criar um novo.

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Smartphone Mozilla – Seabird

24 de Setembro de 2010 1 comentário

Mozilla remete sempre, ou quase, para o Firefox, apesar de ter outros produtos como o Thunderbird. O que não se estava à espera era de enveredarem para os smartphones. Mas tudo tem razão de ser e os “telemóveis-espertos” são de facto uma das tecnologias emergentes e onde ainda há muito que explorar.

Segundo o TGDaily, a Mozilla apresentou conceito de telefone que usa capacidades avançadas de captura e múltiplos pico projectores para oferecer uma interacção ao nível dos portáteis.

O Seabird tenta facilitar a interacção entre o utilizador e o aparelho, porque apesar de o hardware dos smartphones ser cada vez mais poderoso, não é tão fácil usá-los quanto um portátil.

Mas apesar de uma comunidade muito interessada em explorar o conceito, a Mozilla já informou que não tem planos para produzir o smartphone, para já.

O vídeo da demonstração aqui:

Categorias:Tecnologia Geral

Governo pondera subir o IVA para 23%

24 de Setembro de 2010 Deixe um comentário

Segundo o Jornal de Negócios, terá sido mesmo esta proposta que levou o líder do PSD a recusar uma negociação prévia com vista à aprovação do Orçamento de Estado para 2011.

A subida do IVA, de 21 para 23% escreve o diário, terá sido então o “presente envenenado”, a que se referiu o líder social-democrata.

No Parlamento, o ministro das Finanças já deixou em aberto, no debate de quinta-feira, a possibilidade de aumentar novamente os impostos, admitindo não conseguir equilibrar o défice apenas com cortes na despesa.

in Visão

Governo prepara terceiro aumento do IVA em cinco anos

É cada vez mais certo que o Governo vai aumentar de novo os impostos para assegurar a redução de défice. A acontecer, defendem os economistas, é preferível que deixe de fora o IRS e IRC e incida antes sobre o IVA – que, assim será agravado pela 3.ª vez.

A completa impossibilidade – pelas consequências que teria no acesso ao financiamento – de Portugal chegar ao final do ano com um défice acima de 7,3%, ou de não o falhar os prometidos 4,6% em 2011, faz com que um novo aumento de impostos volte a ser equacionado. E, neste sentido, merece acolhimento, junto da generalidade dos economistas ouvidos pelo JN, a proposta que fontes do PSD garantem ter tido do Governo no sentido de “trocar” uma subida do IVA por uma descida, para metade, na limitação dos benefícios e deduções do IRS. Mas, sublinha João Loureiro, da Faculdade de Economia do Porto, um agravamento do IVA “só será admissível para complementar uma forte redução da despesa”.

Alertando que a carga fiscal já atingiu o seu “limite” ao nível do IRS e do IRC, acentua que uma subida do IVA e a eventual retracção no consumo que induza pode até ter algum efeito positivo na nossa balança de pagamentos, uma vez que muito do que consumimos é importado. O economista salienta, contudo, que as soluções de redução do défice privilegiadas em 2010 (subida generalizada dos impostos) não podem ser repetidas em 2011. Desde logo porque o objectivo é muito mais exigente e não será conseguido sem cortes efectivos na despesa, e também porque o Governo não tem agora a desculpa de falta de tempo. “Ao longo de 2010, o Governo, espera-se, deve ter estado a programar todo um conjunto de cortes na despesa”, precisa João Loureiro.

Uma eventual nova subida do IVA também não surpreende Cristina Casalinho. Porque, em caso de necessidade de receita rápida e segura, esta é a solução mais eficaz. “Há sempre um nível de consumo que não é susceptível de diminuição”, refere a economista chefe do BPI, o que faz com que uma subida do IVA seja mais vantajosa (do ponto de vista dos cofres do Estado) do que reduzir as deduções fiscais. Mas, lembra, torna também o Estado mais dependente.

Mexer no IVA é uma solução recorrente em tempos de aperto orçamental. Foi a este imposto que recorreu Manuela Ferreira Leite, em 2002, e o mesmo fez Campos e Cunha (o primeiro ministro das Finanças de Sócrates) quando, em 2005, subiu a taxa máxima de 19% para 21%. Três anos depois, o IVA desceu para 20%, para voltar a ser agravado este ano, mas desta vez de forma diferente: em vez de aumentar apenas a taxa mais elevada, o Governo optou por subir também em um ponto percentual as taxas intermédia e reduzida. Uma subida que deverá render cerca de 425 milhões de euros. Nos primeiros dois meses de taxas agravadas, a receita deste imposto subiu cerca de 200 milhões de euros, acumulando já um acréscimo de receita da ordem dos mil milhões de euros face a 2009.

in Jornal de Notícias

Um novo 25 de Abril?

E agora li algures e concordo na íntegra:

Querem reduzir a despesa pública? Então aqui vão umas sugestões:
1 – Reduzam os vencimentos dos membros do Governo e dos Deputados, Assessores e por aí fo…ra…;
2 – Revoguem o diploma que lhes confere direito a despesas de representação por outro que preveja apenas a apresentação de despesas indispensáveis ao exercício das funções (não inclui fatos Armani);
3 – Extingam metade do parque automóvel do Estado, substituam os veículos que forem necessários por outros de cilindrada mais baixa e com menos “estilo”;
4 – Extingam mais de metade dos institutos públicos e empresas públicas, que não servem para nada!;
5 – Nos que forem efectivamente necessários, reduzam para 1/3 ou menos a remuneração dos respectivos administradores e presidentes e assessores;
6 – Vão para os Ministérios e Assembleia a pé, de bicicleta, de autocarro ou em carro prórpio, como fazem os homólogos dos Países Nórdicos;
7 – Reestruturem os serviços públicos, reduzindo – os ao necessário e coloquem os funcionários públicos a produzir;
8 – Reduzam os impostos para incentivar o consumo, a poupança e o investimento;
9 – Apostem no desenvolvimento da agricultura e da indústria;
10 – Apostem na dinamização dos portos portugueses como meio de distribuição de matérias – primas e outros;
11 – Dinamizem a rede ferroviária existente como meio de transporte de pessoas e cargas;
12 – Acabem com os rendimentos sociais de inserção ad eternum para quem não quer trabalhar; atribuam esse RSI apenas a quem se disponibilizar para exercer funções socialmente úteis;
13 – Finalmente, em vez de andarem sempre “de rabo alçado” em “visitas oficiais”, sentem – se nas vossas cadeirinhas, estudem os “dossiers” , ouçam entendidos nas matérias que vos cabe decidir e decidam, mas a bem da nação!

Categorias:Economia

Diaspora e várias falhas de segurança

21 de Setembro de 2010 Deixe um comentário

Já havia falado na nova rede social Diaspora que promete concorrer com o Facebook, desde que o código foi libertado que developers têm analisado e discutindo várias coisas…

Hoje a Computer World deu a conhecer um bom artigo acerca das falhas de segurança e passo a citar:

O projecto open-source Diaspora está a ser apresentado ao mundo como uma alternativa mais segura e respeitadora da privacidade ao Facebook, mas surgem agora algumas críticas quando à sua segurança como resultado de testes realizados ao seu código fonte.
A equipa por detrás da Diaspora divulgou esta semana uma versão pré-Alpha do código fonte no site de alojamento de código aberto GitHub. O objectivo dos criadores da Diaspora, com esta publicação, é estimular o desenvolvimento da plataforma.
A divulgação do código foi acompanhada de um aviso quanto à possibilidade de existirem bugs na plataforma. “Sabemos que ainda existem falhas de segurança e bugs, e que os vossos dados ainda não são totalmente exportáveis”, disseram então os responsáveis da Diaspora.
Mas, mesmo a pensar nesta ressalva, os primeiros a testarem o código-fonte acabado de divulgar não se têm poupado a críticas quanto à segurança da Diaspora. “Basicamente, o código é mesmo muito mau. Não pretendo dizer mal do trabalho alheio, mas a verdade é que existem ali falhas de segurança muito sérias”, escreveu Steve Klabnik, CTO da CloudFab, no seu blogue Hackety Hack.
A Diaspora foi criada no início deste ano, como forma de resposta aos problemas de privacidade relacionados com a recolha de dados e práticas de utilização do Facebook, por quatro alunos da Universidade de Nova Iorque: Daniel Grippi, Maxwell Salzberg, Raphael Sofaer e Ilya Zhitomirskiy.
Nos meses seguintes ao seu anúncio, tem conseguido captar o interesse dos utilizadores da Internet e já conseguiu recolher mais de 200 mil dólares em donativos, através de sites como o Kickstart. Tem recebido também a atenção de meios de comunicação social proeminentes, como o New York Times, que publicou um longo perfil sobre a Diaspora logo depois de ter sido lançado.
A premissa que está na base do projecto é que irá permitir aos utilizadores terem uma funcionalidade de interacção social semelhante à sua Facebook, mas com muito maior controlo sobre os dados pessoais.
De acordo com uma descrição feita ao projecto no seu site, a Diaspora irá permitir aos utilizadores a criação de ‘seeds’ ou servidores pessoais, que podem usar para armazenar os seus dados pessoais e partilhá-los directamente com os seus amigos em vez de os reencaminhar através de um hub centralizado, como acontece no Facebook. “Partilhe um seed com um amigo e os dois poderão sincronizar-se através de uma ligação directa e segura”, diz o site, acrescentando: “as nossas vidas sociais não têm gestores centrais e as nossas vidas virtuais não precisam deles para nada”.
Mas os comentários iniciais publicados em sites como o GitHub, Y-Combinator e Slashdot, sugerem que são muitos os que se sentem desiludidos com a qualidade do código divulgado.
O próprio Klabnik descreve os erros de segurança contidos no código como algo que um programador profissional nunca faria. No GitHub, já foram publicados mais de 140 comentários negativos resultantes de testes feitos ao código, sendo que vários deles têm a ver com a segurança, como sejam erros de scripting e erros de injecção de código.
Entretanto, Patrick McKenzie, um blogger e programador de software, tem recorrido ao Twitter para avisar os utilizadores a não utilizarem as primeiras versões da Diaspora. “Não alojem o serviço publicamente e não convidem ninguém a fazê-lo. É incrivelmente inseguro”, escreveu, sem contudo dar mais detalhes acerca das falhas de segurança encontradas.
Os criadores da Diaspora não proferiram, até ao momento, qualquer comentário a estas reacções. Contudo, o projecto conta com um grande número de apoiantes e muitos deles dizem que os bugs descobertos até ao momento não são invulgares, até porque não se trata da versão final da rede social.
“Este código foi divulgado aos programadores numa versão incompleta e não compreendo porque é que alguns estão a reagir como se tratasse de um produto acabado. Parece-me um pretexto para dizer mal”, escreveu um desses apoiantes no site Y-Combinator.

in ComputerWorld

Obviamente que isto é mais uma tempestade num copo de água, é sinal que está a causar comichão a “alguém”. Temos de ter em conta que é uma versão beta, nem eles aconselham a abrirem a público.

Aguardo novos desenvolvimentos deste possível “filme” 🙂

Categorias:Tecnologia Geral

SPAM #1

18 de Setembro de 2010 1 comentário

Assunto: Comprovante De Trasferenciasábado, 18 de setembro de 201006:27:01

Comprovante de Transferência – 1974628

Link de acesso do comprovante: Transferencia-1974628

Desculpe a demora, mas só agora consegui transferir o seu dinheiro.
Segue na mensagem o comprovante de transferência interbancária com
os dados e o valor, desculpe o transtorno.

SPAM e vírus! Ao clicarem no link que aparece será feiro o download de um ficheiro com extensão .com, não cliquem, muito menos se usarem Windows! Já testei o link e alerto para tal!

Categorias:Segurança Etiquetas:, , ,

Diaspora, rede social com código aberto!

17 de Setembro de 2010 1 comentário

Depois de muito se falar na privacidade adjacente à rede social Facebook, surge uma notícia onde é anunciada uma nova rede social cujo objectivo é concorrer directamente com o Facebook, a Diaspora. Achei isto um pouco abusado, sou sincero que dada a dimensão do Facebook talvez a nova rede social estivesse condenada ao fracasso…até que hoje o blog da Diaspora anuncia que o código aberto está disponível!

Bom, estou rendido, sou um defensor deste tipo de software, cuja liberdade e possibilidade não são condicionadas, onde existe transparência em TUDO, no caso de todo o código ser aberto!

Acredito que no inicio será uma rede social orientada ao pessoal mais tecnológico e por dentro das novidades…acredito num prazo algo longo que possa tornar-se A verdadeira, até aparecer algo ainda mais revolucionário.

Nada é eterno, então nas tecnologias é que nunca se deve dizer isto!

Podem ver vários screenshots e toda a notícia em: http://www.joindiaspora.com/2010/09/15/developer-release.html

Categorias:Tecnologia Geral

Burla em registo de marcas

15 de Setembro de 2010 6 comentários

Tudo começa no passado, onde pedi o registo de marca, esperei alguns meses e foi aceite. Ok tudo bem, contudo numa fase posterior recebo uma carta de uma tal empresa Portugal Trademarks a informar que teria de pagar cerca de 320 euros para conclusão do registo. Telefono para lá, atende uma fulana e que me confirma o que haveria a ser feito.
Reticente como sou, ainda por cima com este montante em causa, informo-me junto das entidades OFICIAIS (o INPI) sobre o caso, no qual obtive a resposta de que não teria de pagar absolutamente mais nada além dos 150 euros iniciais!

Ok, caso encerrado e só não telefonei ou enviei email a insultá-los pois a “porcaria” ainda cheira pior quando se mexe nela (para não ser indelicado).

Hoje, dia 15 de Setembro de 2010, recebo DUAS cartas, uma relativa a um registo de marca já concluído e outra de um pedido ainda por concluir (aquela fase onde se pode opor ao registo).
Mas calma, desta vez a tal empresa deve ter mudado de nome e é Trademark Publisher! Uhhhhh, nome pomposo, que giro…mas desta vez vou mesmo enviar um email com conhecimento do INPI, DECO e Instituto do Consumidor só por causa das coisas, é que no verso têm as tais letras pequeninas e referem:

“…A prestação dos serviços da TRADEMARK PUBLISHER (TMP) pressupõe o conhecimento e a aceitação integral, por parte do CLIENTE (entendendo-se como CLIENTE o Subscritor da prestação de serviços), dos termos das CONDIÇÕES…”

Pois é mas onde andam os tais termos? Não recebi nada em anexo referente a termos!

Agora estas empresó’parasitas não me venham comentar ou enviar emails com ameaças, a lei está ao vosso dispor, consultem-na!
Ninguém é obrigado a pagar nada a vós mas santa paciência, querem alvos fáceis.

Trabalhem com transparência, ou melhor, trabalhem!

E para vós, leitores, reparem nas semelhanças que existe entre o site da Portugal Trademarks e a Trademark Publisher:

  • falta de qualidade no layout;
  • falta de contactos telefónicos e moradas (na TMP tem mas da Áustria, faz-me lembrar a burla da Nigéria);
  • nada sobre nº de registo de empresa;
  • nenhuma menção à entidade oficial.

Não caiam nas esparrelas, divulguem, divulguem e divulguem!

EDIÇÃO 21-10-2010: No próprio site do INPI está exposto um aviso relativo a isto mesmo, clique aqui e vá até meio da página e comece a ler a partir das letras a negrito.

Categorias:Offtopic